


O segundo Celica começou a ser produzido no final de 77 e começou a ser comercializado no ano a seguir. Desta feita os níveis de equipamento e motorização dividiam-se entre os modelos ST e GT, sendo ambos propulsionados por um um bloco de 2.2 Litros.

Esta nova geração mostrava maior preocupação com os detalhes. Mais segurança, mais ergonomia, mais equipamento, mais potencia e também maior aperfeiçoamento económico no respeitante ao capítulo energético. Mais uma vez foi premiado pela Motor Trend com o título de "Carro Importado do Ano" em 78 pelo estilo, conforto, economia, performance e sucesso de vendas. A segunda geração do celica pode sub dividir-se em duas séries; a A e a B. Ambas se diferenciavam apenas, no campo visual.

Partilhando o mesmo bloco de 2.2 litros, o série A no entanto (1977-1979), tinha um pára-choques cromado nos níveis mais baixos de equipamento, assim como ópticas redondas. Os níveis mais altos, como o GT, tinham um pára-choques em plástico preto.
Jet Celica....Estes americanos...
No série B (1980-1981), os pára-choques eram pretos em plástico e as ópticas quadradas, assim como também surgiam uma série de pormenores como o friso cromado, puxador das portas etc. Em 1980 foi anunciada uma versão de 4 portas do Celica, que logo a seguir viria a ser apresentada como Toyota Camry, o segundo "spin-off" do Celica. Com esta segunda geração a Toyota estipulou um período de renovação do Celica, para 4 anos.

As alterações nesta segunda geração eram profundas no capítulo estético. Uma frente em cunha e uma silhueta mais ovalizada eram a nova cara do Celica. Devido a imposições regulamentares dos mercados europeus e americanos, na segunda geração do Celica foi introduzido o controlo de emissões de gases de escape através de um conversor analítico de 3 vias. Mais uma vez versão Liftback (do GT):

Versão Coupe (do GT)

Anúncio japonês do Celica 78/79
Jet Celica....Estes americanos...
No série B (1980-1981), os pára-choques eram pretos em plástico e as ópticas quadradas, assim como também surgiam uma série de pormenores como o friso cromado, puxador das portas etc. Em 1980 foi anunciada uma versão de 4 portas do Celica, que logo a seguir viria a ser apresentada como Toyota Camry, o segundo "spin-off" do Celica. Com esta segunda geração a Toyota estipulou um período de renovação do Celica, para 4 anos.

As alterações nesta segunda geração eram profundas no capítulo estético. Uma frente em cunha e uma silhueta mais ovalizada eram a nova cara do Celica. Devido a imposições regulamentares dos mercados europeus e americanos, na segunda geração do Celica foi introduzido o controlo de emissões de gases de escape através de um conversor analítico de 3 vias. Mais uma vez versão Liftback (do GT):

Versão Coupe (do GT)

Uma vez mais houve aqui um "spin off" do Celica. A versão liftback veio mais tarde a dar lugar ao que inicialmente se chamou Toyota Celica XX no Japão, Toyota Celica Supra no restante território mundial e finalmente, Toyota Supra. Inicialmente comercializado apenas no Japão (1980) este Celica XX não era muito diferente do Celica convencional. Os poderosos motores (entre 2000cc e 2800cc) deste Celica mostravam o "wild side" dos nossos amigos da terra do Sol nascente.




Anúncio japonês do Celica 78/79
Apesar de existirem 3 motorizações disponíveis (1600cc, 1800 cc e 2000cc) em Portugal nenhuma delas foi comercializada. Vivia-se o periodo complicado do pós 25 de Abril, com a economia nacional a conferir a especificidade dos destinos do mercado automóvel. Assim, nem sequer se tentou a sua introdução no nosso mercado. Foram ainda assim á época, importados 7 exemplares, todos eles da gama dos1600 de cilindrada.
Nos Estados Unidos foi comercializada uma série limitada em 1980 "US Grand Prix" e em 1981 uma edição comemorativa do 10º aniversário do Celica, o "GTA Coupe". No Japão foram comercializadas cerca de 70 versões do Celica MKII.

No plano desportivo esta segunda geração do Celica não teve qualquer sucesso. A TTE estava a conseguir melhores resultados com a aposta no pequeno Corolla.
Aqui ficam os vídeos de uma corrida australiana em que Peter Wiliamson ficou em 12º lugar da geral com um Celica de 1979 preparado para a classe C do CAM, uma espécie de Campeonato Australiano de Gts.

Wiliamson, era dono de um concessionário Toyota e piloto de competição em part time. Este senhor ficou na história das corridas australianas quando em 1980 foi o primeiro piloto a manifestar-se contra a homologação do Mazda RX7 nesta competição, concordando assim com as entidades oficiais.
Esta geração não tem nenhuma representação no slot, muito por culpa da falta de êxitos na pista. No entanto a "Neo Scale Models" imortalizou este A40 á escala 1/43, numa cor um pouco discutível, mas... eram os anos 80 no seu melhor!
Anúncio americano de 1981
Nos Estados Unidos foi comercializada uma série limitada em 1980 "US Grand Prix" e em 1981 uma edição comemorativa do 10º aniversário do Celica, o "GTA Coupe". No Japão foram comercializadas cerca de 70 versões do Celica MKII.

No plano desportivo esta segunda geração do Celica não teve qualquer sucesso. A TTE estava a conseguir melhores resultados com a aposta no pequeno Corolla.


Bathurst '81
(Classe A - 8 ou mais cilindros, Classe B - 6 cilindros e rotativos, Classe C - 4 ou 5 cilindros)
(Classe A - 8 ou mais cilindros, Classe B - 6 cilindros e rotativos, Classe C - 4 ou 5 cilindros)
Wiliamson, era dono de um concessionário Toyota e piloto de competição em part time. Este senhor ficou na história das corridas australianas quando em 1980 foi o primeiro piloto a manifestar-se contra a homologação do Mazda RX7 nesta competição, concordando assim com as entidades oficiais.
Esta geração não tem nenhuma representação no slot, muito por culpa da falta de êxitos na pista. No entanto a "Neo Scale Models" imortalizou este A40 á escala 1/43, numa cor um pouco discutível, mas... eram os anos 80 no seu melhor!
3 comentários:
Viva Morgado!
Belo artigo.
Gostas mesmo deste modelo!
Abraço
Augusto
Obrigados Augusto que pedes ao Augusto! :)
Como tudo na vida, com paixão tudo corre bem. Haviamos de nos apaixonar mais vezes e se calhar o mundo era um sitio melhor eheheh...
Abraçs!
Oh Morgado, como diria um nosso professor de Ingles, "nao andaste a fumar cigarros estranhos ultimamente?" :)
Mas ok, admito que se possa ter essa paixao por um modelo em particular. No meu caso, nao tenho esse tipo de paixoes por um só modelo, na verdade é por alguns de uma mesma marca: Fiat (*cof*)...
Abraço,
Hugo
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